O mundo, segundo os ratos

Por Luiz Henrique

O mundo não é como você o percebe. Nós percebemos o mundo através de nossos sentidos, principalmente visão, audição, olfato, paladar e tato (estes não são os únicos). Porém, enxergamos uma faixa minúscula de cores, se comparada ao restante do espectro eletromagnético (o tipo de radiação da luz), com uma resolução baixíssima (a visão humana é péssima, se comparada à de certas aves, como águias, por exemplo), ouvimos uma faixa estreita de frequências, percebemos pouquíssimos odores, etc. Então, o mundo é um lugar muito diferente daquilo que você percebe. Imagine como seria sua ideia do mundo, se você tivesse sentidos muito diferentes, se tivesse um tamanho diferente, se pensasse de um jeito diferente. Bem vindo ao mundo dos ratos.

Humanos típicos baseiam sua ideia do mundo naquilo que veem. Basta ver para crer. Vamos então começar com a visão dos ratos. Ratos têm uma boa percepção de claro e escuro, mas têm, proporcionalmente, menos células do que nós para a percepção de cores. Além disso, temos células capazes de distinguir três cores básicas: vermelho, amarelo-verde e azul. Todas as outras cores percebidas são combinações destas. Ratos têm células capazes de distinguir duas cores básicas: verde e azul-ultravioleta. Assim, se você tem aquelas meninas lindas e colocou tudo rosa e amarelo na gaiola delas, coitadas. Você criou um ambiente cinza e frio para elas. Nossos pequenos amigos são estimulados, assim como nós, por ambientes vivos e coloridos. Mas colorido, para eles, é verde, azul e ultravioleta. Temos que ter em mente que, para eles, somos uma coisa imensa e escura. Nossa pele absorve ultravioleta. Seus ratos vão reconhecer você pelo seu cheiro e pela sua voz. Também, ratos têm um foco pobre e percebem as coisas como um todo. É o equivalente a ter uma visão embaçada, sem contornos. O fato de termos um foco bom faz com que seja fácil para nós identificarmos as partes das quais uma coisa é feita. Lembre-se disso quando tentar se comunicar com seu rato. Ele vê muito pouco.

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Não estou ouvindo, pai. Você pode falar mais agudo?

Humanos típicos se comunicam usando sons. Falamos uns com os outros. Nós ouvimos em uma faixa que vai, em média, de 20 Hz (Hertz) a 20.000 Hz, com uma percepção melhor em torno de 1500 Hz. Nossa voz, nossa música, nossos aparelhos de som, tudo isso fica dentro dessa faixa. Ratos ouvem de 250 Hz a 76.000 Hz, com uma percepção melhor em torno de 8.000 Hz e 32.000 Hz. Estes são valores “nominais”. Isso significa que são valores ideais, para intensidades de som muito altas. Para a maioria das pessoas, é impossível ouvir sons de baixa intensidade que estejam abaixo de 30 Hz. Para ratos, isso fica em torno de 500 Hz. Para você ter uma ideia, aquele tom de telefone, quando a gente tira ele do gancho (425 Hz, aqui no Brasil), é grave demais para um rato ouvir. Quando estão com medo ou irritados, avisam seus companheiros com guinchos de 22.000 Hz. Impossível para nós ouvirmos. Uma gargalhada de um rato é emitida a 50.000 Hz. Muito aguda para nossos pobres ouvidos poderem apreciar. Em resumo, quando você conversa com seu rato, ele tem que se esforçar para ouvir você. Você fala grave demais. Em contrapartida, aquelas lâmpadas fluorescentes em forma de bastão têm um componente eletrônico que emite ultrassom (as mais modernas não têm esse problema). Nós não conseguimos ouvir, mas é extremamente irritante para ratos. Elas também piscam a uma frequência alta demais para percebermos, mas os ratos percebem. Para eles, essas lâmpadas ficam acendendo e apagando o tempo todo, fazendo um barulho insuportável. Sobre música, quero comentar mais tarde (ainda neste post).

Boa parte da informação adquirida por um rato sobre o mundo vem de seu olfato. Eles têm um sistema melhor de captação dos odores e conseguem perceber uma quantidade maior de substâncias diferentes no ar. É tão eficiente, que usam odores para se comunicar. Quando um rato solta aquela gotinha de xixi em você, ou em alguma coisa a sua volta, é como se estivesse rabiscando um “passei por aqui e estava contente”, coisas do gênero. Também, é capaz de deixar “mensagens” para outros ratos, do tipo “menina saudável procura rato atraente para noite de amor”. Ou ainda “proibida a entrada de ratos estranhos”. Ratos fazem um pouquinho de xixi em quem eles gostam. É como se avisassem “esse rato é meu amigo”. Para saber quem é amigo de quem, basta cheirar.

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Vibrissas magníficas do Tyr.

Ratos têm vibrissas (vibrissa é o nome do bigode do rato). Elas são tão sensíveis que são capazes de diferenciar uma superfície lisa de uma rugosa e fazem isso melhor do que as pontas dos nossos dedos. Também são capazes de perceber brisas leves e até mesmo sons. Embaixo d’água, podem ser usadas para perceber correntes ou turbulências. São tão importantes para sua navegação, que ratos sem vibrissas, geralmente, se afogam. Há uma área grande no cérebro de um rato que interpreta as informações vindas das vibrissas. O cérebro deles é capaz de formar um “mapa” do ambiente, apenas com esta informação. Em humanos, as vibrissas são aqueles pelinhos que crescem dentro do nariz. Eu corto os meus, não servem para nada.

Mas não são apenas os sentidos que fazem o mundo parecer diferente. O tamanho também muda bastante coisa. Você já deve ter notado que uma panela grande, cheia de água fervendo, demora mais para esfriar, quando a gente tira do fogo, do que uma chaleira pequena. Tanto humanos quanto ratos, somos animais de sangue quente. Nosso corpo (grande, como no caso da panela) é capaz de reter bastante calor. Normalmente, temos problemas para esfriar o corpo, sendo necessários mecanismos como a transpiração, por exemplo, para isso. Ratos (como no caso da chaleira), perdem calor muito rápido. Não são capazes de transpirar pois, ao natural, não precisam. Usam sua cauda para controlar o calor. Caso necessário, podem se refrescar aumentando a quantidade de sangue que passa por ela. Mas não conseguem gerar muito calor. Quando está frio, você treme. O movimento dos seus enormes músculos é capaz de gerar o calor que você precisa. Os minúsculos músculos de um rato não são muito úteis para isso. A moral da história é que ratos são muito sensíveis à variação de temperatura, tanto para mais, quanto para menos. Nunca deixe a gaiola dos seus ratos exposta, ao relento, ou embaixo do Sol. O tamanho também influencia o metabolismo. O coração de um rato bate, em média, de 330 a 480 vezes por minuto. O nosso, entre 50 e 100. Isso faz com que muitos processos ocorram mais rápido, no corpo de um rato. Ratos percebem (provavelmente) a passagem do tempo de um modo diferente. Agora podemos falar sobre música. Tente notar o seguinte. Músicas são consideradas lentas (as baladas) se as batidas são mais lentas do que uma vez por segundo (aproximadamente). Um rock pesado tem batidas mais rápidas do que uma vez por segundo. Nosso organismo tende a nos sincronizar com a música. Normalmente, nosso coração bate uma vez por segundo. Se é forçado a reduzir essa frequência, nos acalmamos. Se é forçado a aumentar, nos agitamos. Agora, imagine o que deve ser nossa música para um rato. Uma coleção de sons graves, distorcidos, boa parte difícil de ouvir, de tão grave, com uma batida absurdamente lenta. Com um heavy metal, entre uma batida e outra da bateria o coração dele bateu seis vezes. Nossa música, para ratos, é barulho.

Há outras diferenças importantes, em nossos corpos. Nosso estômago é, basicamente, um saco só. O dos ratos é dividido em duas partes. A entrada do estômago fica em uma dobra que as separa, impedindo que seu conteúdo retorne para a boca. Essa diferença anatômica faz com que ratos sejam incapazes de vomitar ou arrotar. Se eles tomarem refrigerante, vão passar muito mal. Se comerem algo estragado… Bem… Vão ter que sofrer as consequências, já que não podem vomitar. É por isso que ratos são tão seletivos quanto à sua alimentação. Seus dentes incisivos crescem sem parar. Outros roedores precisam roer coisas o tempo todo, por causa disso. Ratos são espertos: “roem” seus próprios dentes. Quando estão relaxados e felizes, aproveitam para bater um contra o outro, aparando os dentes (bruxismo). É bem diferente da nossa ideia de relaxar.

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Esse é o olho do Phobos, ele é albino.

Por que algumas crianças têm medo do escuro? Nós descendemos de animais diurnos. Somos programados para nos agitarmos quando há luz e dormirmos quando não há. Também, lugares escuros podem ser perigosos. Com os ratos é exatamente o contrário. Ratos são animais noturnos. São biologicamente programados para se agitarem quando não há luz e dormirem quando há. Também, lugares claros podem ser perigosos. No claro, é fácil um rato ser visto por um predador. Lembre-se disso quando for brincar com seus pequenos amigos. Eles não se sentem muito seguros em lugares muito claros. Além disso, ratos com olhos rubi (capuz claro, como o da nossa Maya) e olhos vermelhos (albinos), são ainda mais sensíveis à luz.

Muito do que sabemos sobre o mundo, aprendemos através da linguagem. Podemos ouvir o que alguém tem a dizer ou ler sobre algo, para aprender. Ratos não possuem linguagem complexa. Portanto, ratos aprendem observando. Observam ações e tentam diferenciar quais são causas de quais consequências. É assim que aprendem o que é perigoso e o que é seguro, o que se deve comer e o que é veneno, etc. Se você quer ensinar algo a seu rato, mostre o que você quer. E seja consistente nas consequências. Se ele fizer algo que lhe agrade, dê uma recompensa (imediatamente – lembre-se de que o tempo, para eles, passa muito mais rápido). Se ele fizer algo que não lhe agrade, mostre. Não é necessário (nem aceitável) punir fisicamente um rato. Ignorá-lo por vinte segundos ou, caso a “arte” tenha sido grande, colocá-lo de volta na gaiola, é mais do que suficiente. Eles são muito inteligentes e aprendem muito rápido. Apesar de não possuírem linguagem complexa, eles usam alguns sons para se comunicarem. Isso faz com que seja possível ensinar-lhes algumas palavras simples. Muitos dos nossos ratos sabem seus próprios nomes, sabem palavras como “casa” (na hora de voltarem para a gaiola), “jantinha” (aparentemente, a hora favorita do dia), “pule”, “suba”, “ombro” e alguns sabem coisas mais elaboradas como “beijinho” (aquelas lambidinhas que eles nos dão no rosto ou nas mãos). A única palavra que eu não consegui ensinar para eles foi “não”. Aparentemente, é um conceito muito complicado.

No mais, temos mais semelhanças do que diferenças. Somos onívoros, ou seja, comemos de tudo. Isso significa que temos um paladar parecido. Gostamos de comer coisas diferentes, de variar. Eles também. Comemos por prazer. Eles também. Aprendemos o que comer e o que não comer com os outros. Eles também. Vivemos em família e valorizamos nossa família. Amamos nossos irmãos e brigamos com eles. Queremos o aconchego do lar, o carinho do próximo e o respeito ao nosso espaço. Eles também. Outro ponto em comum, que pouca gente sabe (ou se dá conta) é que eles sabem quem eles são. Eles são inteligentes o suficiente para terem consciência de si mesmos. Eles sabem como são tratados e entendem o que acontece com eles. Eles amam, odeiam, ficam felizes e sofrem de uma maneira muito parecida com a nossa.

Quando for lidar com seus ratos, procure ter em mente que o mundo deles é muito diferente do seu. O que você chama de “realidade” é muito longe daquilo percebido como realidade por eles. Isso pode fazer com que vocês consigam aproveitar cada minuto da companhia um do outro de maneira muito mais intensa. E, para um rato, cada minuto conta.

Se você acha que a vida é curta, imagine o que um rato acha disso.


Este post foi escrito com base em minhas observações dos meus ratos, alguns livros, alguns sites e alguns artigos científicos. Entre estes, posso citar:

Sites:

http://www.ratbehavior.org

http://www.ratfanclub.org

Livros:

Suckow, Weisbroth, Franklin – The Laboratory Rat, Academic Press, 2005.

Wolff, Sherman – Rodent Societies: An Ecological & Evolutionary Perspective, The University of Chicago Press, 2007.

Artigos:

Otsuka, Yanagi, Watanabe – Discriminative and reinforcing stimulus properties of music for rats, Behavioural Processes 80 (2009) 121–127.

Heffner, Heffner – Hearing ranges of laboratory animals, J. Am. Assoc. Lab. Anim. Sci. 46 (1) (2007) 20-22.

Heffner, Heffner, Contos, Ott – Audiogram of the hooded Norway rat, Hear. Res. 73 (1994)  244–247.

Foote, Crystal – Metacognition in the rat, Curr. Biol. 17 (2007) 551-555.

 

 

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19 respostas a O mundo, segundo os ratos

  1. Débora diz:

    Amei!! Cada vez mais apaixonada pelos ratos!!

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    • Rosane diz:

      A cada dia que passa me surpreendo cada vez mais com ratos, os amo mais, jamais pensaria que através de um resgate devido a crueldade animal, me fizesse ficar tão apaixonada por esses animaizinhos incríveis. São excelentes companheirinhos, brincalhões, carinhosos e adoráveis. Lamento a ignorância das pessoas em terem preconceito com esse amável roedor. Eu os defendo com unhas e dentes, sempre tento mostrar as pessoas o quão são especiais e mesmo os que vivem em situação de rua, eu os adoro também, não têm culpa por transmitirem certas doenças, pq vivem no lixo, esgoto que nós humanos fazemos.

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      • Pois é, Rosane. O curioso é que essa repulsa pelos ratos de rua é um tanto injustificada. Se a gente for parar pra pensar, cães e gatos de rua também transmitem doenças (algumas, como a toxoplasmose, podem ser muito sérias). Pombos são terrivelmente sujos e transmitem muitas doenças. No entanto, muita gente dá comida a pombos nas praças. É uma questão cultural. Ratos levam a culpa por pragas transmitidas por nós mesmos (como a peste bubônica – hoje sabemos que os ratos foram inocentes nesse desastre). Ratos nos transmitem várias doenças porque têm um corpo parecido com o nosso. Raciocinando assim, nenhum animal nos transmite mais doenças do que o ser humano. Nunca peguei doença de ratos. Mas já peguei um monte, de seres humanos. Ratos são os melhores companheiros que já tive.

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        • uma pena esse preconceito!! eu tenho um ratinho maravilhoso tenho muito amor por ele amo demais pois é super carinhoso e quando digo isso as pessoas elas n acreditam pois já nasceram com essa questão de que rato é ruim e sujo!! e isso não é verdade! eles n tem culpa de transmitirem! e outra coisa, rato domestico é diferente de rato de esgoto as pessoas acham que é a mesma coisa kkkkk so rindo !!

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  2. Legal, Débora. Eles são extraordinários. Não há como não se apaixonar por eles.

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  3. Carol diz:

    Estou apaixonada pelo blog! ❤

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  7. Rebecca diz:

    Muito bom o texto! Obrigada!

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  8. Adriana diz:

    Oi. Gosto muito do blog de vocês e já aprendi bastante coisa sobre meus bichinhos.
    Tenho dois ratos, que hoje moram no quarto da minha filha. Vamos nos mudar em breve para um apartamento maior, com três quartos, e eles poderão ter o seu próprio. Só que é nesse aposento que ficarão a TV e o computador. As radiações eletromagnéticas emitidas por esses aparelhos e por seus codificadores causam algum prejuízo aos ratos?

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    • Oi Adriana. Não há evidências científicas, até o momento, de que estas radiações causem prejuízo aos ratos. No entanto, é bom você ficar atenta a mudanças no comportamento deles, como estresse (porfirina nos olhos, falta de apetite) e irritação. Digo isso porque vários desses aparelhos têm transformadores que emitem um ruído ultrassônico bastante alto. Nós não ouvimos, é muito agudo para nós, mas incomoda terrivelmente, tanto ratos quanto outros animais sensíveis, como cães. Fique atenta. Quando novos, estes aparelhos não emitem estes ruídos. Mas ao ficarem velhos, pode acontecer. Boa sorte em sua nova morada.

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  9. Adriana diz:

    Socorro, meu rato queimou as vibrissas! Ele estava em cima da pia enquanto eu cozinhava, e o fogão fica ao lado. Digo em minha defesa que nunca imaginei que um animal fosse mexer no fogo, já que são reputados por terem medo dele. Em meio segundo que olhei para o lado senti aquele cheiro de cabelo queimado. Vi-o com o nariz no fogão, puxei para dentro da pia e abri a torneira, porque no primeiro momento não sabia o que ele tinha queimado. Observei-o depois e vi que o nariz e as patinhas estavam intactos, mas as vibrissas do lado direito estavam um pouco mais curtas e tortinhas como cabelos que tivessem tocado a chama de uma vela.
    Desde então o coitado está muito assustado. Será que está sentindo dor? Vibrissas são somente pêlos ou possuem nervos em seu interior, já que são órgãos táteis? Elas crescem de novo?

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    • Oi Adriana. Ratos são como crianças. Ele viu você mexendo no fogo e, provavelmente, ficou curioso e resolveu fazer o mesmo. Vibrissas são como pelos. O que faz com que funcionem como órgão sensorial é a coleção de nervos em sua base. Elas crescem de novo, mas até lá, ele vai ficar um pouco desorientado, por não ter a informação correta que as vibrissas forneciam.
      E fica a dica: ratos são como crianças. E como são levados essas pestinhas!
      Fique tranquila.

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  10. Silmara diz:

    Nossa, fiquei apaixonada por esse blog. Demostra o amor que comecei a nutrir pela ratinha recém adquirida pela minha filha. Nunca pensei que esses bichinhos poderiam ser tão carinhosos. Estou em um estado de amor constante por ela. Daqui dois dias chega mais um membro da família. Mais uma ratinha para ser companheira e amar. Uma amiguinha constante para nossa Arta de Cassia de será tão amada, cuidada e respeitada quanto ela. Tô toda boba com a descoberta desse novo serzinho cheio de inteligência que me surpreende a cada dia. Obrigada por suas postagens, será de grande ajuda para tornar essa experiência mais extasiante do que já é!

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    • Olá Silmara! Que bom que descobriu o amor que essas coisinhas fofas podem nos oferecer. Agradecemos o carinho para conosco. Desejamos muitas felicidades a toda sua família (multi-espécie) e nos colocamos à sua disposição para o que pudermos.

      Abraços.

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  11. Anónimo diz:

    Olá, é normal que, quando eles estão roendo os próprios dentinhos, os olhos deles sobressaírem como se fossem pular para fora ou algo assim?

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    • Olá! Sim, é perfeitamente normal. Os músculos da bochecha deles passam quase que por trás dos olhos. Quando eles apertam as mandíbulas pra valer, esses músculos empurram os olhos para fora. No começo pode assustar um pouco a gente, mas é normal. E é sinal, geralmente, que estão bastante felizes.

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